Cariótipo de Vilosidades Coriônicas


1. Material:
10-50 mg de vilo corial (placenta primitiva) divididos em duas seringas, uma para cultura e outra para preparação direta.

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2. Coleta:
2.1. Após assepsia com Povidine se transvaginal ou com álcool 70O se transabdominal, coletar as vilosidades em seringa BD, de 20ml, sem êmbolo de borracha, com 5ml de meio de cultura;

2.2. Verter o material para uma placa de Petri estéril, as vilosidades são vistas a olho nu;

2.3. Aspirar 1/3 dos vilos e do meio de cultura para a seringa e conectar uma agulha estéril, eliminar o ar;

2.4. Esta seringa é chamada de Seringa para Cultura e deverá ser enviada ao laboratório, em temperatura ambiente, assim como está;

2.5. No restante do material que ficou na Placa de Petri, pingar imediatamente 0,5ml (10 gotas) de Colchicina (16ug/ml) e homogeneizar, mexendo-se a placa delicadamente (esta etapa não precisa ser estéril);

2.6. Aspirar todo o conteúdo desta placa para uma segunda seringa de 20ml, que já deve estar preparada com 5ml de meio de cultura, e adaptar uma agulha (que pode ser a já usada);

2.7. Retirar todo o ar e, na mesma posição, ir eliminando o líquido até deixar apenas 2ml (com a seringa em posição vertical, sendo a agulha voltada para cima, os vilos, por serem mais pesados, ficam no fundo em contato com o êmbolo);

2.8. O material deverá estar no Hereditare até, no máximo, 45 minutos após ter sido pingada a Colchicina, para iniciar o processo de hipotonia pré-análise do material.

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3. Conservação do Material:
Temperatura ambiente.

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4. Envio:
4.1. Na(s) própria(s) seringa(a), em caixa de isopor;

4.2. Acondicionar a(s) seringa(s) de modo que não fique(m) solta(s) dentro da caixa de isopor, por exemplo com papel alumínio.

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5. Resultado:
9 dias úteis.

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