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No Brasil, 8% da população com
deficiência mental tem a Síndrome
do X-Frágil, sendo a causa genética
mais freqüente de deficiência mental
na população. Salienta-se ainda
que uma em cada 259 mulheres da população
em geral carrega o gene defeituoso da Síndrome
do X Frágil sendo portadora, sem apresentar
nenhum sintoma, mas com risco de conceber um
filho com a doença. No entanto a doença
é pouco conhecida e diagnosticada, já
que sua investigação, comprovação
e descrição científicas
são recentes.
A Síndrome do X Frágil
corresponde à forma mais comum de deficiência
mental em humanos. É uma patologia dominante
ligada ao cromossomo X com penetrância
incompleta, sendo sua prevalência estimada
em 1:1500 afetados do sexo masculino e 1:2500
afetados do sexo feminino.
A Síndrome do X Frágil
caracteriza-se por deficiência mental
associada ou não a algumas características
fenotípicas como: face estreita e alongada,
orelhas grandes e proeminentes e macroorquidia.
Fenotipicamente, ao contrário de pacientes
com FRAXA, homens que apresentam a mutação
FRAXE não apresentam uma dismorfologia
consistente, mas alguns parecem ter problemas
de fala e dificuldade de aprendizado.
A identificação
correta dos casos pode auxiliar para o estabelecimento
de um plano terapêutico adequado e aconselhamento
genético com vistas à identificação
de portadores e diagnóstico pré-natal.
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